Amanhã, pelas 21H30, na Sociedade Boa União Alhadense realiza-se uma sessão de esclarecimentos sobre o PDM (Plano Director Municipal) destinada a toda a população e que será presidida pelo Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dr. João Ataíde e pelo Presidente da Junta, Jorge Oliveira.
domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Resultados das Eleições Presidenciais de 2011 em Alhadas
Aqui ficam os resultados das eleições presidenciais na nossa freguesia.
Para ver os resultados, clique em cima do ficheiro para zoom.
Fonte: Figueira Digital
sábado, 29 de janeiro de 2011
Bolos e rosquilhas das Alhadas são mostra na Figueira
Feira de produtos tradicionais promove agricultura biológica e medicina natural
Começou com 16 participantes, todos certificados, a “Feira Saudável e de produtos tradicionais”, promovida pela autarquia, com os apoios dos lojistas do Bairro Novo, Figueira Grande Turismo (FGT) e Junta de S. Julião. Mas em breve terá mais vendedores, que aos domingos passam a ter como ponto de venda o Meeting Point, junto à Esplanada Silva Guimarães.
O evento, que era para se realizar apenas de 15 em 15 dias, mas que será semanal, a pedido dos próprios empresários, contou ao longo do dia de ontem com dezenas de visitantes, permitindo, assim, não só fazer negócio, como a divulgação de produtos, alguns da Figueira e que passavam despercebidos até às gentes da terra, como o caso do mel de Lavos.
António Graça, que, com orgulho diz ter sido o primeiro «apicultor/pastor» do país, passa parte do tempo a «tomar conta das abelhas», porque «os amigos do alheio» lhe têm delapidado o património. «Só em 2008, na Lousã, foram 160 caixas de mel com as abelhas», conta, com alguma tristeza que não esmorece o seu entusiasmo, pois ao longo da vida, sempre nutriu a paixão pela apicultura. «O meu avô já tinha abelhas, ficou-me o bichinho, mas o meu pai obrigou-me a ser pedreiro». Profissão que ainda hoje o leva a fazer «uns biscates», mas o que gosta mesmo é do mel e por isso, em 1988, emigrou para o Luxemburgo para «ganhar dinheiro para investir nisto». E isto são as 500 colmeias que mantém, entre Lavos e Lousã (com mel diferente das duas regiões do interior e litoral). E o único senão, diz mesmo respeito aos roubos e por isso, defende a criação de uns «chips tipo GPS para meter nas colmeias».
Problemas diferentes tem António Oliveira, cuja família desde 1962 se dedica às famosas rosquilhas e bolos de Alhadas. «O problema é a continuidade, este é um negócio de família que não queria que acabasse e gostávamos que aparecesse gente que se interessasse na continuidade», refere ao nosso Jornal, adiantando que aderiu à iniciativa «para divulgar o produto e a terra e tentar que a actividade se mantenha». A seu lado, o presidente da Junta de Alhadas defende que são estes produtos que deram fama à terra «que ainda a caracterizam e diferenciam».
Esta feira, que, quinzenalmente será animada por diversas actividades culturais e recreativas (ontem actuou o Rancho Rosas de Maio de Santana), conta também com empresários de vários pontos da região, que ali vão vender os seus produtos. No acto inaugural, o presidente da câmara enalteceu a presença dos vendedores (do concelho e de fora), sublinhando que os produtos biológicos «estão na ordem do dia e são cada vez mais procurados». Por isso, João Ataíde formulou votos de haja cada vez mais «produtores do concelho, que vejam a vantagem nesta produção e ajudem a dinamizar a nossa economia», concluiu.
Fonte: Diário de Coimbra
O evento, que era para se realizar apenas de 15 em 15 dias, mas que será semanal, a pedido dos próprios empresários, contou ao longo do dia de ontem com dezenas de visitantes, permitindo, assim, não só fazer negócio, como a divulgação de produtos, alguns da Figueira e que passavam despercebidos até às gentes da terra, como o caso do mel de Lavos.
António Graça, que, com orgulho diz ter sido o primeiro «apicultor/pastor» do país, passa parte do tempo a «tomar conta das abelhas», porque «os amigos do alheio» lhe têm delapidado o património. «Só em 2008, na Lousã, foram 160 caixas de mel com as abelhas», conta, com alguma tristeza que não esmorece o seu entusiasmo, pois ao longo da vida, sempre nutriu a paixão pela apicultura. «O meu avô já tinha abelhas, ficou-me o bichinho, mas o meu pai obrigou-me a ser pedreiro». Profissão que ainda hoje o leva a fazer «uns biscates», mas o que gosta mesmo é do mel e por isso, em 1988, emigrou para o Luxemburgo para «ganhar dinheiro para investir nisto». E isto são as 500 colmeias que mantém, entre Lavos e Lousã (com mel diferente das duas regiões do interior e litoral). E o único senão, diz mesmo respeito aos roubos e por isso, defende a criação de uns «chips tipo GPS para meter nas colmeias».
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| D. Leonor e os bolos d´Alhada |
Problemas diferentes tem António Oliveira, cuja família desde 1962 se dedica às famosas rosquilhas e bolos de Alhadas. «O problema é a continuidade, este é um negócio de família que não queria que acabasse e gostávamos que aparecesse gente que se interessasse na continuidade», refere ao nosso Jornal, adiantando que aderiu à iniciativa «para divulgar o produto e a terra e tentar que a actividade se mantenha». A seu lado, o presidente da Junta de Alhadas defende que são estes produtos que deram fama à terra «que ainda a caracterizam e diferenciam».
Esta feira, que, quinzenalmente será animada por diversas actividades culturais e recreativas (ontem actuou o Rancho Rosas de Maio de Santana), conta também com empresários de vários pontos da região, que ali vão vender os seus produtos. No acto inaugural, o presidente da câmara enalteceu a presença dos vendedores (do concelho e de fora), sublinhando que os produtos biológicos «estão na ordem do dia e são cada vez mais procurados». Por isso, João Ataíde formulou votos de haja cada vez mais «produtores do concelho, que vejam a vantagem nesta produção e ajudem a dinamizar a nossa economia», concluiu.
Fonte: Diário de Coimbra
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Próximo Domingo, 156º Aniversário da SBUA
sábado, 8 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Assembleia Municipal aprovou uma moção relativa ao ramal Figueira-Pampilhosa
Assembleia dá luz verde ao orçamento da Câmara da Figueira
Com 16 abstenções (15 do PSD e uma do Bloco de Esquerda) e seis votos contra (cinco da Figueira 100% e um da CDU), o orçamento da câmara para 2011 foi viabilizado, ontem (29), pela Assembleia Municipal (AM).
À semelhança do que havia sucedido em sede de reunião camarária, os independentes Figueira 100% não aprovaram as Grandes Opções do Plano para 2011-14 e o orçamento para o próximo ano.
O líder do grupo Figueira 100%, Nogueira Santos aludiu à falta de compatibilidade do orçamento com a realidade concelhia, “apresentado um conjunto de despesas e receitas totalmente irrealistas”, afirmou.
Já o PSD, que se absteve, lançou o desafio ao presidente da autarquia para que, em 2011, consoante a execução orçamental, se possa proceder a alterações orçamentais.
AM aprovou também uma moção relativa à Linha da Beira Alta, mais propriamente, ao ramal Figueira-Pampilhosa. A proposta partiu do grupo parlamentar do PSD.
O documento visa a reclamação, junto do Ministério das Obras Públicas, de um esclarecimento sobre o estado do concurso que a Refer anunciou, há um ano, para as obras de reabilitação da linha.
Fonte: Diário As Beiras
De referir que a utilização da linha que passa inclusivamente pela nossa freguesia é de extrema importância para a mobilidade de pessoas que se deslocam entre o concelho da Figueira da Foz e Coimbra, como também será ponto estratégico no transporte de mercadorias entre o porto comercial da cidade e os distritos nortenhos do País.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
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